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Avaliações, Avianca Brasil, Cias Aéreas

Avianca Rio de Janeiro – Recife no A320

Outro fim de semana desses estive em Recife a trabalho e voei na Avianca Brasil do Galeão até a capital pernambucana. Eu nunca postei avaliação de voo doméstico aqui no Milhas & Destinos, mas, a partir de agora, vou fazê-lo, até para mostrar a disparidade dos serviços.

Do Rio a Recife são cerca de 2hrs30mins de viagem e meu voo saiu às 10:10 hrs da manhã. Como todos (ou quase todos) sabem, não há classe executiva em voos domésticos no Brasil (uma questão a ser discutida em post futuro). O A320 tem configuração 3-3, sem qualquer distinção entre os assentos da cabine.

O espaço entre as fileiras é estreito, mas nada fora do padrão.

Todos os assentos da aeronave contam com sistema de entretenimento a bordo. A tela é touchscreen, mas também pode ser manuseada via controle remoto.

O assento tem duas grandes vantagens: a primeira é a porta USB que é uma mão na roda para carregar os eletrônicos.

A segunda vantagem é mais prosaica: o porta copos! É super prático e o passageiro não precisa ficar preocupado com o copo escorregando pela mesinha …

Para minha surpresa, foi servido um lanche: um sanduíche frio de peru com requeijão, acompanhado de bebida.

Apesar de o sanduíche não merecer estrelas Michelin, é muito louvável a iniciativa da Avianca em oferecer, gratuitamente, algo para os passageiros comerem.

O voo foi tranquilíssimo e, na minha opinião pessoal, a Avianca oferece a melhor experiência de voo no Brasil. A empresa tem o melhor assento e o melhor serviço de bordo das 4 grandes brasileiras.

E vocês? Também acham que a Avianca é melhor do que as outras?

8 Comments

  1. Gilberto Martins dos Santos

    Eu também compartilho da sua opnião. De fato, entre as cias. brasileiras, a Avianca está uns dois passos na frente em relação a experiência de voo. Sobre o programa de milhagem, tem alguns pontos positivos ( não paga o despacho de bagagem, tabela flutuante paralela a atual, por enquanto, etc), mas tem muita coisa para ser melhorada.

    • Beatriz

      Concordo com você sobre o programa Amigo, Gilberto. Precisa melhorar muuuuito, principalmente o call center.

      • Rafael

        Precisam enviar os cartões do Amigo também.
        Já liguei várias vezes solicitando e nunca chega.

  2. Ferreira Jr

    Coincidência, Beatriz, nesta semana também fiz um vôo Confins – Recife e depois Recife – Confins (sem escalas) pela TAM. A ida foi pelo A321 e a volta em um A320. O conforto é um pouquinho melhor no A321 (que pelo menos tem uma redinha no encosto da poltrona da frente, que dá para colocar alguma coisa) mas em ambos me senti como que “entalado” no lugar. Os vôos, de aproximadamente 2,5h, ocorreram por volta do meio – dia. Em ambos anunciaram o “Mercado Latam” – ou seja, qualquer coisa além de água é pago. Só que para quem está no sentado no miolo do avião, quando chega o tal mercado, a única coisa que tem de alimento é “desculpe mas acabou”, com exceção de algum snack. Entretenimento? No A321 Vc pode usar o seu celular (mas não tem ponto de energia) e no A320 nem isto – solicitam colocar em modo avião toda a viagem. Então, de bom, ficou a pontualidade, e a gentileza da tripulação. E só.

  3. Leonardo

    Eu ainda prefiro a Azul. o fato de serem 2 poltronas apenas, com TV, pra mim faz a diferença. Na minha opinião, teríamos azul, avianca, gol e Latam, nesta ordem. ( como fico triste, eu sempre fui fan da Tam, mas hoje, pra mim é a pior experiência). A gol pelo menos voltou a investir no passageiro frequente com as novas salas vip domésticas.

  4. Márcio Sampaio

    Oi Beatriz.

    Conheci seu site hoje quando um amigo mandou este post da Avianca por algo que estávamos conversando. Primeiramente, parabéns pela iniciativa! Só de ver poucas matérias, pode ter certeza que você ganhou mais um leitor fixo.

    Acho a Avianca, disparada, a melhor empresa brasileira (era o tema da conversa com meu amigo). Não só por oferecer lanche quente (o que nem acho fundamental, dependendo da rota), mas pela cordialidade, entretenimento e espaço dos assentos (sou alto e sofro nas Latam’s da vida). Não significa que, no contexto global, ela seja top, mas na realidade da América do Sul consegue facilmente se destacar, assim como sua parceira colombiana.

    Ainda não consegui ver se já fez post a respeito, mas sobre executiva em voos nacionais, a Varig oferecia nas rotas que operava com seus widebodies. Diariamente, por exemplo, tinha um voo GIG-BSB-MAO que era operado por DC-10, MD-11 e até 747, quase sempre lotado (inclusive carga), com executiva e 1ª classe. Para o Nordeste, alguns voos com A300 e 767, inclusive meus pais fizeram uma 2ª lua de mel em Recife e o comandante, quando soube disso no embarque, os convidou a viajar na 1ª classe (anos 80, outra realidade, impensável hoje).

    Mais uma vez, parabéns pelo site e muito sucesso neste novo ano.

    • Beatriz

      Oi Márcio, em primeiro lugar, bem-vindo ao Milhas e Destinos!
      Você me levou pros anos 90 com esse post, né? rssss
      Fiz GIG-BSB no MD-11 da antiga Varig algumas vezes – outra realidade.
      Espero que você curta o site e contribua bastante nos comentários. Grande abraço e obrigada pela força!

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