A Boeing está com uma batata quente nas mãos: após a tragédia envolvendo o Boeing 737-8 MAX da Ethiopian Airlines, que culminou com a perda de 157 vidas, algumas companhias aéreas que têm esse tipo de aeronave na frota estão optando por mantê-las em solo.

O Gary Leff do VFTW, divulgou que as autoridades chinesas pediram que as companhias Air China, China Eastern, China Southern, Hainan Airlines, Shenzhen Airlines, Shandong Airlines, e XiamenAir não operem com a aeronave até segunda ordem.

A Cayman Airways também tomou a mesma providência, conforme tweet oficial da empresa:

Aqui no Brasil, a GOL utiliza o B737-8 MAX em algumas rotas internacionais. A empresa ainda não se manifestou quanto ao acidente e se suas operações serão afetadas.

Ainda é muito cedo para se afirmar que a tragédia de hoje guarda relação com a queda do Lion Air de 29 de outubro, ocorrida a menos de 6 meses atrás (parece que a Lion Air não tem um histórico muito bom no quesito manutenção). Mas como o acidente com a Lion Air ocorreu devido a falhas na aeronave, todo cuidado é pouco.

Afinal, a novíssima aeronave da Boeing, com menos de dois anos de vida, já acumula dois acidentes com quase 400 mortes.

Para ler o post do Gary Leff, clique aqui.

O One Mile at a Time também publicou sobre a política chinesa (clique aqui para ler)